quarta-feira, 27 de julho de 2011

UNIÃO DA MILITÂNCIA DA PENHA

A tarefa de realizar a eleição extraordinária da direção Zonal impõe-nos a necessidade de republicar o texto a seguir. No dia 7 de agosto, todos os companheiros e companheiras, com ao menos um ano de filiação, devem participar do PED extraordinário. Para isso, é importante conhecer a plataforma e as propostas apresentadas pela chapa de unidade e pelo candidato a presidente. É importante, sobretudo, conhecer quem serão os novos dirigentes do Dz-Penha.

A direção do Dz-Penha, a ser eleita para cumprir um mandato até o final de 2012, deve se pautar por uma ação colegiada, a partir de uma plataforma e um programa de trabalho construídos coletivamente.
As duas principais tarefas da direção serão:
a) superada a questão do quorum, promover um trabalho de adequação da lista de filiados, utilizando o critério de participação. Apoiamos a emenda ao Estatuto a ser apresentada no Congresso do PT em setembro que estabelece “recadastramento obrigatório para filiados que não comparecerem ao PED. Quem não se justificar em seis meses manterá sua filiação, mas não estará apto para votar e ser votado no PT”.
b) A principal tarefa será a de conduzir o processo eleitoral das eleições municipais, que se inicia desde já. Para crescer eleitoralmente na região, o PT necessita ter maior inserção na discussão política na região. Para tanto, é tarefa do Dz-Penha ir ao encontro dos movimentos sociais, procurando realizar levantamentos do que existe, contatando militantes e participando ativamente. As características de “classe média” da população de nossa região exige uma abordagem desses setores, procurando estabelecer um debate com suas demandas e com as propostas dos governos do PT. O Dz-Penha deve buscar a ampliação dos resultados eleitorais em 2012, desenvolvendo um trabalho que permita definir metas as serem atingidas
A coordenação de campanha, composta pela direção zonal e por representantes das candidaturas que tenham trabalho eleitoral na região, definirá o modo como as campanhas proporcionais serão articuladas com a eleição majoritária.
PROGRAMA DE TRABALHO
1. O funcionamento do Dz-Penha deverá manter as duas reuniões do diretório (hoje = no segundo domingo de manhã e na última quinta-feira de cada mês).
2. As reuniões do diretório deverão ser precedidas pela reunião da Comissão Executiva para encaminhar as decisões tomadas em reunião anterior e preparar a reunião subseqüente.
3. Deverão ser mantidos os plantões, para garantir acessibilidade aos petistas da região.
4. A direção a ser eleita deverá desenvolver um política de finanças que vá além da prestação de contas ao DM. É preciso buscar recursos que permitam o financiamento das atividades.
5. A comunicação da instância zonal para com os filiados tem sido dificultada pelo alto custo de postagem. É fundamental dar continuidade ao blog e ao Facebook do Dz-Penha. A internet pode facilitar a comunicação, mas para isso deve ser tarefa da direção manter uma relação atualizada de e-mails dos filiados. Contudo, é preciso, principalmente, promover a inclusão digital entre os filiados, criando contas de e-mails, oferecendo cursos rápidos e orientando para o uso das “lan houses”, como forma de obter informações do Partido. Por fim, a comunicação do contato direto não pode ser abandonada e o Dz-Penha deve voltar a produzir o Boletim do Dz para ser utilizado nas visitas aos filiados.
6. Por defendermos a emenda a ser apresentada no congresso do PT em setembro a qual “propõe participação obrigatória em uma plenária de formação, sem a qual não será confirmada a filiação”, é fundamental que a formação política seja o instrumento para qualificar nossa militância para os embates que estão postos no processo de 2012.
CRITÉRIOS PARA MONTAGEM DA DIREÇÃO
1. As tarefas de direção exigem que os participantes atendam a critérios para o bom funcionamento e para que o diretório possa cumprir o seu papel.
2. A lista de 22 nomes (até hoje) é composta por filiados/militantes com disposição de cumprir um papel de organizar o PT e dar direção para a ação dos petistas na região.
3. Entretanto, além da disposição, é preciso que a direção seja composta, levando-se em conta a disponibilidade de filiados e militantes. Não se pode continuar definindo um belo programa de ação sem que tenhamos quem o execute. Uma direção com as responsabilidades que estão postas exige dedicação de seus participantes de modo que, ao menos os componentes titulares do diretório, tenham cada qual a sua função, a sua tarefa, suas metas e prazos, etc.
4. A comissão executiva, mais ainda, precisa ser constituída por quem tenha a disposição e disponibilidade para executar as tarefas que essa plataforma e o programa de ação estabeleçam.
5. O estatuto do PT prevê que a executiva seja constituída:
a) pelo Presidente, eleito separadamente da chapa, com a função da representação política do Dz e da coordenação dos trabalhos;
b) pelo Vice-Presidente, com função de substituição do Presidente em sua ausência. Contudo, um Vice, para os objetivos aqui estabelecidos, deve ter tarefas específicas e contínuas a serem definidas pela chapa.
c) pelo Secretário Geral, responsável por manter a documentação do partido atualizada e em ordem. É de sua responsabilidade a organização (processo de filiação, desfiliação, transferência, emissão de listagens, produção de ofícios e a comunicação com os filados, entre outras tarefas.]
d) pelo Secretário de Finanças, responsável por promover uma política de finanças que possa financiar as atividades partidárias. Hoje, o Dz vive do repasse do Diretório Municipal com o qual mantém a sede, prestando contas mensalmente. É preciso ir além e estabelecer mecanismos de arrecadação das contribuições voluntárias e obrigatórias para criar melhores condições para o desenvolvimento das atividades partidárias.
e) pelo Secretário de Formação Política cuja atribuição é promover atividades que elevem a compreensão política dos filiados e os ajudem em sua militância. Deve sobretudo participar da formação dos que estão pleiteando filiação.
6. A composição de cinco membros na Comissão Executiva Zonal talvez não dê conta de todas as tarefas contidas na Plataforma e no Programa de Trabalho. Nestes termos, devemos, por acordo político, estabelecer uma executiva de sete membros, criando duas novas secretarias, definidas a partir da escolha da tarefa a ser cumprida (Cultura, Juventude, Mulheres, Portadores de Deficiência, Sindical, etc.)
Alair Molina Presidente
Nº NOME
1 Amadeu Fernandes Amaral efetivo
2 Celton Lazaro Antunes efetivo
3 Dimas Antonio do Nascimento efetivo
4 Eveline Mendes D'Achille efetiva
5 Gerolina Pereira Cruz efetiva
6 Getúlio Mendes Maciel efetivo
7 Jose Carlos de Aquino efetivo
8 Luiz Carlos Félix Nunes efetivo
9 Manoel Cardoso efetivo
10 Maria Dolores de Abreu efetiva
11 Maria Lucia da Silva Xavier efetiva
12 Priscila Rodrigues Martins da Silva Birolo efetiva
13 Teodoro Alves efetivo
14 Wilson Guimaraes Junior efetivo

15 Henrique Chacon Milani Jorge suplente
16 José Vicente Pereira da Costa suplente
17 Maria Regina da Silva suplente
18 Maria Regina Peres dos Reis suplente
20 Raquel Queiroz Dreguer suplente
21 Sonia Mendes D' Achille suplente

Nenhum comentário:

Postar um comentário